No âmbito do concurso "Conta-nos uma história" foi a concurso um projeto dos alunos do 4.º ano da professora Carla Marques da EB Cantanhede Sul. Foi um trabalho que partiu da viagem de Fernão de Magalhães e resultou num texto e num pequeno filme que agora apresentamos! Os nossos parabéns! De plana a redonda, uma aventura incrível!
De plana a redonda, uma aventura incrível!
Personagens
Sofia, Jorge, Miguel, Vasco, Maria, Isabel, Gil, Ana
Crianças à volta de uma mesa com um globo e uns barcos em miniatura. Vão conversando e girando o globo… Conversam enquanto vão girando o globo…
Sofia – Foi gira a história que ouvimos hoje na aula!
Jorge – Também gostei. Uma aventura incrível!
Miguel – Pode ser que um dia eu também a faça! Gosto tanto de viajar...
Gil – Pode ser que o consigas. Um dia havemos de repetir a viagem de Fernão de Magalhães!
Jorge – A 1ª viagem à volta do mundo! (com muito entusiasmo)
Maria – Fernão de Magalhães apresentou o projeto ao rei D. Manuel I. Queria que o rei lhe desse uma armada que, de Lisboa, atravessando o oceano Atlântico, chegaria ao oceano Pacífico para daí alcançaria as terras das especiarias.
Jorge – As especiarias valiam fortunas na Europa...
Miguel – Só que D. Manuel não aceitou…, pois não?
Isabel – Pois não! Foi por isso que Magalhães foi ter com o rei de Espanha, que logo se mostrou interessado.
Gil – Até parece que estou a ver a cena…
Cena da partida
Personagens
1. Fernão de Magalhães (comandante da armada e da Trinidad)
2. Henrique (escravo de Magalhães)
3. Sebastião DelCano (navegador que conseguiu chegar a Espanha, comandando a Vitoria)
4. Antonio Pigafetta (cronista que faz os registos da viagem)
5. Luis de Mendonza (comandante da Vitoria)
6. Juan de Cartagena (comandante da San Antonio, maior nau que transporta a maioria dos víveres e que depois de desertar chega a Sevilha em maio de 1521)
7. Gaspar de Quesada (comandante da Concepción)
8. Juan Serrano (comandante da Vitoria).
Conversam na proa do navio.
Magalhães – Bom, meus senhores, tudo a postos para a partida de amanhã? Juan de Cartagena?
Juan de Cartagena – Sim, comandante. A nau San Antonio está pronta. E carregada para nos alimentar!
Magalhães – E a vossa, Luis de Mendonza?
Luis de Mendonza – A Vitoria tem tudo. Levamos 45 homens.
Magalhães – Gaspar de Quesada?
Gaspar de Quesada – Tudo pronto na Concepción. Deus esteja connosco! (benze-se)
Magalhães – E a vossa, Juan Serrano?
Juan Serrano – A Santiago, apesar de pequena, também está a postos.
Magalhães – Muito bem, a minha, a Trinidad, também está pronta. 62 homens já estão a bordo. Pigafetta, está pronto para fazer todos os registos?
Pigafetta – Sim, comandante. Tenho tudo pronto para escrever sobre todos os momentos importantes da nossa viagem.
Magalhães – Henrique, vamos embora que amanhã temos de partir cedo.
Henrique – Sim, meu amo!
Volta à cena das crianças.
O Jorge vai fazendo avançar o(s) barco(s) conforme vai relatando a viagem.
Sofia – No dia seguinte, a 20 de setembro de 1519, partiram rumo à aventura.
Ana – Desceram pela costa africana, cruzaram o oceano Atlântico e percorreram a costa da América do sul até ao rio da Prata.
Miguel – Daí para a frente é que foi difícil. Começa o frio... o gelo...
Sofia – E a tripulação dos navios a desconfiar que não iam chegar a lado nenhum. Alguns até pensaram que iam em direção ao fim do mundo... ao Inferno!
Isabel – Foi por isso que os comandantes de 3 naus se amotinaram.
Miguel – Essa parte não percebi!
Gil – É fácil! Como não tinham a certeza de encontrar a passagem para o Oriente e as condições de navegação eram horríveis, revoltaram-se e queriam voltar para Espanha.
Maria – Mas Magalhães conseguiu controlar a revolta, embora tenha perdido a nau Santiago. Parece que se perdeu lá nos confins!
Miguel – E foi no dia 15 de outubro de 1520 que deram com aquilo que parecia uma baía mas que afinal não era...
Sofia – Era um estreito labiríntico onde tiveram dias de terríveis tempestades, com um mar tenebroso e tudo o que pode haver de mal. (som de mar em tempestade)
Ana – Aí viram pinguins e uns homens enormes e patudos. (a imaginar)
Vasco – Os homens eram realmente altos, tinham cerca de 1,80m e cobriam os pés com peles de animais.
Ana – Ah! Patudos... Daí a Patagónia!
Vasco – Mas lá conseguiram passar, exceto a nau San Antonio. Dias mais tarde, chegaram à conclusão que era o estreito que dava passagem para o oceano Pacífico.
Sofia – Passagem a que deram o nome de…
Todos em coro - Estreito de Magalhães!!!
Jorge – Também um dia gostaria de ter um sítio com o meu nome!
Miguel – Só se for em Marte, não? (risos)
Ana – No Pacífico a situação não melhorou: andaram 4 meses neste oceano, praticamente sem alimentos. (2 marinheiros famintos (os + magros) a comerem couro)
Vasco – Depois dos ratos, até couro comeram!
Maria – Que nojo…
Gil – A 28 de março de 1521, avistaram pássaros. Foi uma alegria enorme… Sinal que havia terra por perto.
Isabel – Tinham chegado finalmente ao arquipélago das Filipinas! Magalhães tinha conseguido o seu objetivo. Estava também provado que a terra era redonda!
Maria – Mas para sua desgraça vai meter-se em lutas e acaba por ser morto na ilha Mactan. (sons de lutas: gritos e espadas)
Jorge – Três anos depois da partida, foi o comandante espanhol Juan Sebastián Elcano que acabou por fazer o caminho de regresso através do Índico, dando a volta a África e indo para norte, pelo Atlântico. (no mapa vai-se mostrando um barquinho, com o nome dele, a percorrer a rota)
Miguel – Estava terminada a grande viagem!
Sofia – É verdade! Apesar das dificuldades e das mortes, a viagem de Fernão de Magalhães foi importantíssima para o conhecimento dos mares…
Era uma vez uma professora bibliotecária (Pê Bê) que entrou na sala de aula para levar os meninos e as meninas à Biblioteca. Era dia das requisições domiciliárias. Qual não é o seu espanto, quando se depara com um autêntico “galinheiro”, na sala de aula do 4º C CNT do professor Luís Cruz! Podem ver o que aconteceu na ligação: Galos de Barcelos
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou a versão em português do kit pedagógico “Cultura oceânica para todos”.
Este documento apresenta uma série de recursos e atividades para que públicos, de todas as idades, possam entender os complexos processos e funções do oceano. Fornece também informações científicas sobre a relação de causa e efeito entre o comportamento individual e coletivo e seus impactos no mar.
Publicamos hoje, com muito gosto, o n.º 18 das "Histórias das BEMM" em dois volumes.
No 1.º volume apresentam-se texto de tipologia variada, em diversas línguas e realizados por crianças e alunos de vários anos de escolaridade. O 2.º volume é dedicado inteiramente à poesia.
Este foi um trabalho realizado durante o ano letivo pelos alunos do AEMM sob o lema que norteou o Plano de Atividades do Agrupamento "Terra a nossa casa!"
O 1.º volume pode ser lido no ISSUU ou no AnyFlip.
O 2.º volume, dedicado inteiramente à poesia pode ser lido no ISSUUou no AnyFlip.
No âmbito do trabalho de projeto "Poesia" da disciplina de português, orientados pelo professor Rui Abreu, os alunos do 7.º G realizaram algumas leituras de poemas que estudaram. Aqui ficam alguns exemplos:
Maria Claro e Marta "Vagabundo do Mar" de Manuel da Fonseca
Matilde Santos "Não posso adiar o amor" de António Ramos Rosa
Matilde Lopes "E por vezes" de David Mourão-Ferreira
"Navegar com a Biblioteca Escolar" é uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares integrada no âmbito das comemorações do V Centenário da Viagem da Circum-Navegação comandada pelo navegador português Fernão de Magalhães, a que a nossa biblioteca aderiu de imediato.
Entre outras atividades previstas, havia a da publicação de um texto dramático para ser levado à cena pelos alunos do 6.º ano, num palco improvisado na BEMM. Porém, o encerramento das escolas, devido à pandemia de COVID-19, não permitiu concretizar tão desejado intento.
No entanto, o texto A Terra Inteira Surgirá Redonda do Mar Profundo, da autoria dos professores Delfina Batista e Rui Abreu, está agora terminado. Para o ano, vamos ver se temos o privilégio de o levar à cena com os nossos alunos!
Mais um grande trabalhos dos nossos alunos 5.º A, B, C, F e dos 6.º A, B, C, F, G e H, desta vez no âmbito das disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológicas sob o lema do nosso agrupamento Terra...a Nossa Casa.
Nós gostámos, esperamos que gostem! Podem folheá-lo AQUI(Issuu)ouAQUI(Slideshare) ou ainda