É já amanhã que começa a nossa FEIRA DO LIVRO. Apareçam!
19/11/13
06/11/13
A Biblioteca vem à minha escola
No dia 1 de novembro, alguns
elementos da equipa da Biblioteca Municipal de Cantanhede deslocaram-se à EB1
da Póvoa da Lomba para desenvolverem a atividade “A Biblioteca vem à minha
escola”.
Esta iniciativa pretende
descentralizar a oferta cultural e tem como principal objetivo motivar os
alunos para a leitura, apoiando ao mesmo tempo a leitura das obras escolhidas
ao nível da educação literária para o 1º CEB.
Assim, quatro técnicas da
Biblioteca Municipal leram alguns textos de “Poemas da Mentira e da Verdade”,
de Luísa Ducla Soares e de “Aquela nuvem e outras”, de Eugénio de
Andrade.
Como forma de assinalar a
atividade, os alunos e os docentes foram presenteados com marcadores de livros.
Uma iniciativa interessante
em prol dos Livros e da LEITURA. Os nossos alunos agradecem!
Outras sessões de “A
Biblioteca vem à nossa escola” estão já marcadas: no dia 6 de novembro, às
11 horas, será a vez na EB1 do Bolho, no dia 14, na EB1 da Cordinhã.
01/11/13
O Zbiriguidófilo em Cantanhede
Foi no dia 29 de manhã que o Zbiriguidófilo esteve em Cantanhede, na EB1 Cantanhede nº1.
O responsável por esta visita foi o professor João Martins, professor bibliotecário da Escola Garcia Bacelar da Tocha. A contar e a cantar encantou os nossos meninos com o texto de Pitum Keil do Amaral. Ao professor João, o nosso muito OBRIGADO!
E quem viu o Zbiriguidófilo? Aqui ficam algumas ideias!
30/10/13
Quem são eles?
Quem são eles?
Pensas que sabes tudo? Achas,
mesmo, que sabes tudo?
Então quem são eles?????
Vai à Biblioteca Escolar que
eles estão à tua espera!
|
“código secreto”: 929/LUM- Nº 12713
Atividades Lúdico-literárias
Depois de teres encontrado a
personalidade, lançamos-te o seguinte desafio:
1-
Dá-nos uma breve informação sobre a vida e
obra da personalidade em causa.
a) Data
e local de nascimento/ morte (se for o caso);
b) Área/obra
em que se notabilizou.
2-
Consideras útil a informação que recolheste?
a) Sim/não
e porquê.
3-
Vamos continuar esta atividade? Então,
entrega na Biblioteca Escolar um pequeno texto alusivo à personalidade, mas sem
a identificares, (máximo 8 linhas) para que possa ser publicado no nosso Blogue
e seja ponto de partida para a aventura: “Descobre”!!!!
Ah!...
Há “tesourinhos” para os melhores exploradores!!!
29/10/13
Uma porta é um bom começo
A minha mãe e o meu pai partiram um dia carregados de malas e roupas, livros, louças e talheres, sei lá que mais... iam ajoujados com um ror de coisas daquelas que toda a gente leva quando vai mudar de casa.
Andaram, andaram, até que chegaram a uma sítio muito estranho e vazio. Ou melhor, quase vazio.
- Aqui não há casa nenhuma! - disse a minha mãe, olhando em volta muito aflita.
O meu pai apontou o mapa.
- No entanto, está perfeitamente claro. A nossa casa nova é aqui.
- Mas aqui só há uma porta... Não tem nada de um lado nem do outro. Para ser uma casa era preciso que houvesse janelas, paredes e tecto.
- Uma porta é um bom começo.
...
Só porque o mundo dá tantas voltas e tão esquisitas é que os meus pais conseguiram encontrar uma casa, ou uma porta, onde tudo é possível....
Desconfiada, a minha mãe olhou para a porta.
- Como é que esta há-de ter chave se não tem fechadura?
A meada parecia cada vez mais embrulhada e assim ficaria, por certo, se não fosse a súbita chegada da Princesa Princesinha que ia dando em cheio com a porta na cara da minha mãe.
- Todas têm. Mesmo que a cheve e a fechadura sejam invisíveis. A Bruxonauta é que não se está a explicar bem. Para passar para o outro lado é simples: basta dizer uma palavra mágica.
- Ora aí está! - gritou o meu pai tão entusiasmado que desfez logo o nó da gravata que acabara de apertar.
- Uma palavra mágica... - murmurou a minha mãe, ansiosa por ir espreitar o outro lado. - E as meninas podem-nos ensinar essa palavra mágica?
- O problema é que não há uma só. Cada pessoa tem de encontrar a sua própria palavra mágica ...
Se queres saber toda a história, procura o livro A Porta de José Fanha na BE (82-93 FAN).
23/10/13
22/10/13
Saudades do tempo das palavras, às vezes insignificativas, de acordo, mas das palavras
A
crónica de Maria Judite de Carvalho “ Histórias sem palavras” fez-nos refletir
sobre a importância que a comunicação tem nas nossas vidas e nas nossas relações
com os outros. Percebemos também, que gestos muito simples, como um sorriso,
podem significar muito.
Os
textos que se seguem respondem a um desafio feito aos alunos: escrever uma
crónica a partir do texto de Maria Judite de Carvalho e do visionamento de um
anúncio publicitário, centrado exatamente no valor de um sorriso.
Ganhei
o dia
Mais
um dia nesta enorme cidade, onde ninguém se conhece, pois estão todos demasiado
ocupados com o emprego, com a família, ou até mesmo ocupados a tentar arranjar
um lugar para viver. Levanto-me cedo todos os dias para chegar a tempo ao
trabalho e não ter que ouvir o patrão a gritar-me aos ouvidos que não posso
chegar atrasada, que vai afetar o processo todo, entre outras coisas às quais
eu não tomo atenção.
Já
estou pronta para sair de casa e ficar uma hora presa no trânsito a olhar para
os carros ao meu redor, cujos condutores dão os toques finais na maquilhagem,
falam ao telefone, adiantam o trabalho no computador ou levam os filhos à
escola.
Não
costumo ouvir rádio mas, para despertar um pouco, aumentei o volume, mesmo
quando o locutor se preparava para começar a falar. O que ouvi foi, sem dúvida,
uma ideia muito original. A única coisa que tínhamos de fazer era sorrir para o
condutor ao lado e, se ele estivesse a ouvir aquilo, faria o mesmo. A verdade é
que olhei para todos os lados e estava toda a gente a sorrir, até mesmo eu. Um
pequeno gesto e criou tantos sorrisos. Automaticamente, ganhei o dia.
Margarida Blanco, nº 12, 9º.D
O impacto os pequenos gestos
Lá
estava eu dentro do carro com os meus pais e o meu irmão, impacientes à espera
que o trânsito acabasse.
De
repente, a rádio parou de dar música e começou a ouvir-se uma pessoa a falar.
Mudámos de estação de rádio várias vezes e todas as que experimentamos diziam o
mesmo: "Neste momento, milhões de pessoas estão no carro a ouvir rádio,
todas elas sonolentas, até que uma inspiração muda tudo. Convidamos-te a sorrir
para o condutor do carro ao lado. Se ele estiver a ouvir isto, ele vai sorrir
para ti também.”
Então,
nós, dentro do meu carro, começámos a olhar uns para os outros e decidimos
fazer o que o locutor de rádio tinha dito. Para meu espanto, as outras pessoas
também começaram a fazer o mesmo. Quando fui a ver, estavam todas as pessoas a
falar e a sorrir umas para as outras.
Com
isto, todos pudemos verificar a importância que os nossos pequenos gestos podem
ter nas atitudes das outras pessoas.
Rodrigo Mendes, nº 16, 9º D
Por
um dia mais feliz
Hoje
de manhã, estava parada no trânsito quando liguei o rádio, para passar o tempo.
Estava muito stressada, já estava atrasada e ainda tinha que ir deixar o meu
filho na escola. Ouço o locutor de rádio a pedir-nos para olhar e sorrir para o
condutor ao nosso lado, e se ele também estivesse a ouvir, sorrir-nos-ia de
volta.
Todos
começaram a sorrir, chegou mesmo a haver troca de gestos e palavras. Era como
se todos se conhecessem, como se houvesse algo que nos ligasse a todos.
Desimpedido
o trânsito, fomos todos às nossas vidas. Mas íamos diferentes. Com vontade de
encarar o dia que tínhamos pela frente. Com vontade de dar vida e alegria aos
colegas de trabalho, aos que passeavam pela rua sem eu saber para onde.
É
incrível como um simples sorriso alheio nos pode mudar completamente. Creio que
o mundo precisa realmente de muitas mais iniciativas destas, para acabar com a
solidão, com a tristeza e com a impessoalidade, que são enormes nos nossos dias.
Cheguei
atrasada ao trabalho, é verdade. Mas por estar feliz e inspirada, consegui
fazer muito mais do que se estivesse carrancuda e sempre a pensar nos meus
problemas.
Daniela Heleno, nº 5,9ºD
Usa o teu sorriso para mudar o mundo
Nove
da manhã marcava o relógio do carro. A agitação da cidade já começara, filas
imensas de carros parados no trânsito à espera que a pequena luzinha verde se
acendesse para seguirem.
Sentada
no carro, calma, paciente, de olhos ainda semicerrados, bocejando… estava a
ouvir o rádio, quando num certo momento uma inspiração mudou tudo! O locutor convidava
todos os seus ouvintes a sorrirem para o
condutor do carro ao lado e não é que, em frações de segundo, todas as pessoas
que se encontravam naquela manhã, naquela rua, àquela hora sorriram? A verdade
é que a rua se encheu de sorrisos, sorrisos de orelha a orelha, sorrisos
espontâneos, inesperados, emocionantes, radiantes, brilhantes, inocentes e
destemidos… uma nuvem de felicidade e alegria parecia que pairava sobre todas
aquelas pessoas!
A
verdade é que hoje em dia, um simples gesto como este, de um pequeno movimento
dos lábios, tão subtil, tão mágico e tão extraordinário, faz a mudança na nossa
vida mas também na das pessoas que nos rodeiam. Uma coisa que parece tão
insignificante tem, na verdade, grande
significado.
E tenho a certeza que todas as pessoas que se
encontravam naquela rua tiveram um dia melhor.
Marta Gil, nº14, 9ºD
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