02/06/12

Contos da BE 2012

Andámos pelos jardins e escolas do Agrupamento com a história "O dia em que a mata ardeu" da autoria de José Fanha e com ilustrações de Mª João Gromicho.
Os três painéis foram realizados pelas professoras Graça Serra e Orisa Carvalho e pelas monitoras do COJ, Teresa Romano e Paula Batista. A elas, desde já, o nosso agradecimento por este excelente trabalho.
Aqui ficam algumas imagens desta atividade.
Obrigado a todos os que tão bem nos receberam: educadores, professores, alunos e auxiliares.



16/05/12

Música e Teatro na Biblioteca Municipal de Cantanhede

No dia 2 de Maio, à tarde, decorreu no Auditório da Biblioteca Municipal de Cantanhede uma apresentação de música e teatro pelos alunos da Escola Básica Marquês de Marialva. A música esteve a cargo dos alunos do Clube de Música, dirigidos pelo professor Paulo Cavadas. O teatro constou da peça “O monge copista”, apresentada pelos alunos do 5ºG sob orientação da professora de HGP, Maria João Marques. No público, que encheu a sala, estiveram presentes os alunos e professoras dos 3º e 4º anos da EB1 de Cantanhede e os pais, familiares e amigos dos “artistas”. Gostámos de ver e ouvir!





29/04/12

Centro Escolar de Ançã - JI

Os meninos da sala 1 (educadora Helena Faria) do Jardim de Infância do Centro Escolar de Ançã fizeram este trabalho que agora publicamos. Também gostámos!


Centro escolar de Ançã - 3º ano

Mais um trabalho dos alunos do Agrupamento. Desta vez veio do Centro Escolar de Ançã (alunos do 3ºA e B). Gostámos!

19/04/12

Concurso Nacional de Leitura


Ontem, dia 19 de abril, a Escola Básica Marquês de Marialva, marcou presença na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura que decorreu no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
O livro a concurso foi "Os livros que devoraram o meu pai" de Afonso Cruz.
As alunas Rute Gil, Diana Marques e Ana Moutinho participaram na prova escrita, tendo a Ana Moutinho sido selecionada para a prova oral (disputada por 6 alunos do 3º ciclo).
Ficámos orgulhosos com a qualidade desta participação.
Os nossos parabéns às três LEITORAS!


A prova oral









Com a professora Ana Mineiro.

02/04/12

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL - 2 de Abril

Hoje comemora-se o dia internacional do livro infantil. Todos os anos a IBBY (International Board on Books for Young People) publica uma mensagem e um cartaz para assinalar este dia.

Esta é a mensagem, este ano vinda do México:

Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro

Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: “Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…”

Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.

Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.

Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.

E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.

Francisco Hinojosa (tradução de Maria Carlos Loureiro)



O cartaz é da autoria de Juan Gedovius.


Para assinalar a data em Portugal a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas publicou um cartaz da autoria de Yara Kono



Semana da Leitura 2012

Gostámos e esperamos que tenham gostado!