12/05/14

Livros digitais no AEMM

Ora aqui está um mais um excelente trabalho!
Publicamos alguns livros digitais feitos pelos alunos de Ançã, Cordinhã e Murtede, no âmbito da "Leituras.com" (AEC). A responsável é a professora Sónia Guiomar.
Os nossos parabéns!


EB1 de Ançã
turma: ANÇ10 "Três Estrelas"

turma: ANÇ12 "Brincadeiras no bosque"

turma: ANÇ20 "Amigos para sempre"


turma: ANÇ30 "O desaparecimento do Turbulento"



EB1 de Cordinhã
turma:COR12 "Os dois amigos e o vendedor de gelados"


EB1 de Murtede
turma: MUR34 "O concerto do Panda"

02/04/14

2 de abril

2 de abril, dia Internacional do Livro Infantil
O cartaz e a mensagem deste ano vieram da Irlanda!

Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma? Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça. Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras. E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor. É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver. Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!

Siobhán Parkinson Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate of Ireland).
Tradução: Maria Carlos Loureiro



21/03/14

Dia Mundial da Poesia

Hoje publicamos os poemas que representam o Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva no concurso "Faça lá um poema" | 2014 (um poema por ciclo). Foram muitos os alunos participantes e a escolha foi muito difícil.
Grande parte dos poemas está exposta no polivalente da escola sede junto das nossas árvores da poesia.
Os nossos parabéns a todos os que participaram com uma especial atenção aos alunos vencedores.


Poemas vencedores



18/03/14

Exposição sobre Fernando Pessoa

No âmbito da Semana da Leitura, pode ser visitada,  no polivalente da escola sede do nosso Agrupamento, uma exposição sobre Fernando Pessoa. Os materiais expostos foram gentilmente cedidos pela Biblioteca Municipal de Coimbra.


Foral de Cantanhede

Durante a Semana da Leitura está patente ao público no polivalente da escola sede do Agrupamento uma exposição comemorativa dos 500 anos do Foral de Cantanhede.