24/04/14
02/04/14
2 de abril
2 de abril, dia Internacional do Livro Infantil
O cartaz e a mensagem deste ano vieram da Irlanda!
Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma? Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça. Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras. E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor. É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver. Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!
Siobhán Parkinson Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate of Ireland).
Tradução: Maria Carlos Loureiro
O cartaz e a mensagem deste ano vieram da Irlanda!
Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma? Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça. Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras. E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor. É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver. Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.
Continua a ler!
Siobhán Parkinson Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate of Ireland).
Tradução: Maria Carlos Loureiro
21/03/14
Dia Mundial da Poesia
Hoje publicamos os poemas que representam o Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva no concurso "Faça lá um poema" | 2014 (um poema por ciclo). Foram muitos os alunos participantes e a escolha foi muito difícil.
Grande parte dos poemas está exposta no polivalente da escola sede junto das nossas árvores da poesia.
Os nossos parabéns a todos os que participaram com uma especial atenção aos alunos vencedores.
Poemas vencedores
18/03/14
Exposição sobre Fernando Pessoa
No âmbito da Semana da Leitura, pode ser visitada, no polivalente da escola sede do nosso Agrupamento, uma exposição sobre Fernando Pessoa. Os materiais expostos foram gentilmente cedidos pela Biblioteca Municipal de Coimbra.
Foral de Cantanhede
Durante a Semana da Leitura está patente ao público no polivalente da escola sede do Agrupamento uma exposição comemorativa dos 500 anos do Foral de Cantanhede.
SEMANA DA LEITURA | 2014
Está a começar a Semana da Leitura e , mais uma vez, o Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva está a fazer da leitura uma festa. Contamos com a participação de TOD@S!
07/03/14
Teorema de Napoleão
O grupo disciplinar de Matemática fez-nos chegar a seguinte informação que é bem interessante.
Teorema de Napoleão
Com certeza
que já ouviste falar de Napoleão Bonaparte, imperador francês entre 1804 e
1814, que conquistou grande parte da Europa central e ocidental.
O que talvez
não saibas é que além de grande soldado e hábil político, era um grande
admirador da ciência e dos cientistas.
Dotado de
grande inteligência, interessou-se particularmente pela Matemática e é a ele
que se atribui a descoberta de uma importante propriedade em Geometria que
ficou conhecida como Teorema de
Napoleão:
Consideremos um triângulo qualquer
[ABC] e a partir de cada um dos seus lados vamos construir um triângulo
equilátero ([AYC], [CXB] e [AZB]). Unindo os baricentros desses três triângulos
(M, N e L), iremos obter um outro triângulo equilátero, [MNL].
28/02/14
14/02/14
O dia dos namorados na EB1 Cantanhede Sul
E foi assim que começou a ser assinalado o dia dos namoradas na BE de Cantanhede Sul.
Hoje há mais!
A professora Célia e @s menin@s estão de parabéns!
Hoje há mais!
A professora Célia e @s menin@s estão de parabéns!
12/02/14
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